Da Homeopatia aos Florais de Bach...

                      HOMEOPATIA & FLORAIS DE BACH



A homeopatia é terapêutica extremamente potente.                                                                                       Traz em sua bagagem teórica o revolucionário conceito da força vital e "dinâmica".
Segundo Hahnemann(pai da homeopatia), o desequilíbrio leva aos sintomas das doenças que 
só poderá ser reequilibrada verdadeiramente por remédios que possuam a mesma qualidade 
dinâmica ou seja medicamentos igualmente sutis e energéticos.

A força vital (ou energia vital) é o princípio que mantém nosso organismo em condições de saúde e 
equilíbrio. 
O remédio homeopático é preparado de forma a liberar na água um padrão de energia semelhante à 
doença que, ao entrar em contato com o doente provoca nele a reação da força vital, que volta ao seu 
equilíbrio, o que levará ao desaparecimento dos sintomas.

Dr.Bach(pai dos florais), ao se formar em medicina, especializou-se em bacteriologia, imunologia e 
saúde pública. Assim como Hahnemann era um observador cuidadoso do ser humano.
Desde a época de sua formação notou que o temperamento do paciente e seu interesse pela vida 
tinham muita influência sobre a origem e a evolução de sua doença.
Quando conheceu a homeopatia reconheceu nela muito do que já acreditava e tornou-se um 
homeopata.   Chegou a desenvolver os 7 medicamentos homeopáticos a partir de bactérias 
intestinais, os nosódios intestinais de Bach.

Enquanto exercia a homeopatia prosseguiu em sua pesquisa pessoal e
 aos poucos, foi percebendo que 
buscava algo além do que havia sido alcançado por Hahnemann.                         
Assim como Hahnemann¹ que deixou sua clientela para dedicar-se a traduções, Dr.Bach 
abandonou seu consultório em Londres. 
Para retornar aos campos em sua terra natal, o País de Gales, onde vivenciou e desenvolveu as essências
 florais. 
Que são preparadas por métodos (luz do sol ou calor do fogo) que permitem trazer para a água pura da 
fonte os padrões energéticos característicos de cada flor.
Esses padrões de energia, ao entrarem em contato com os campos sutis do cliente, removem os 
bloqueios que impedem o pleno desenvolvimento de seus potenciais, possibilitando assim as 
transformações necessárias à cura. 

Dr. Bach dizia que: "... Hahnemann trouxe para a humanidade a luz em meio à escuridão do 
materialismo que faz o homem considerar a doença como um distúrbio puramente material 
a ser aliviado e curado unicamente por meios materiais."
Os medicamentos homeopáticos diluídos e dinamizados, que energeticamente "imitam" a doença, 
fazem com que a força vital do doente "reaja", também energeticamente, retornando ao estado de 
equilíbrio.                             Isso era, para Hahnemann, o "semelhante curando o semelhante."

O que o Dr. Bach fez foi reavaliar esses conceitos de doença e cura:                                                          "Como a energia vital se desequilibra?"  e  "Por que ficamos doentes?"
 
Concluiu:  "Existimos por uma razão imensamente precisa. Cada um de nós vive na verdade, para        
realizar uma necessidade profunda da nossa alma. Esse é o propósito da vida."

No entanto, desenvolvemos uma personalidade que fica cega ao se envolver com as "coisas do mundo" 
e acaba se distanciando de seu verdadeiro caminho.  
Isso faz com que entremos em conflito com os desígnios de nossa alma. 
Acabamos por agir contra nós mesmos, contra a natureza, contra os nossos semelhantes e contra a 
Unidade à qual todos pertencemos.

Só existe um recurso da nossa natureza superior para nos mostrar o equívoco que estamos cometendo: 
através do aparecimento das doenças físicas, mentais e emocionais.
Suas dores e incômodos nos fazem "acordar" e perceber que precisamos mudar nossas atitudes frente à vida.

"A doença em si é semelhante repelindo semelhante".

Bach não negou a grandiosidade do gênio Hahnemann. 
Ele reconheceu que o mestre alemão deu um grande passo, que deveria ser seguido, em busca da cura.
O passo seguinte dado por Bach, foi que a verdadeira cura será obtida, não pelo errado repelindo o errado, 
mas pelo certo substituindo o errado.
Pela luz iluminando a escuridão. 
Os padrões energéticos sutis das flores conservados em suas essências florais, reproduzem as 
qualidades arquetípicas da alma humana.

Quando tomamos essas essências o seu padrão vibratório específico cria uma ressonância em nossos 
corpos sutis, despertando nossas qualidades adormecidas que transformarão nossas 
crenças errôneas, permitindo mudanças de atitude que corrigirão nossos desequilíbrios e a doença 
não será mais necessária.
 
A energia vital se reequilibrará, não pelo estímulo dinâmico do medicamento que imita a doença, 
mas por não precisar mais repelir nossas crenças equivocadas e nossos desequilíbrios de conduta.
A verdadeira cura só acontece como resultado de uma profunda mudança de atitude frente à vida.

As últimas palavras escritas por Hahnemann foram: "Os dois mais estimáveis tesouros do 
homem são uma consciência tranquila e uma boa saúde. 
O primeiro me é dado pela fé em Deus e a investigação de mim mesmo. 
O segundo é dado pela homeopatia."

Dr. Bach deixou mais um imenso tesouro: o método de cura que nos auxilia em nossa auto transformação. 
O resultado é a paz de espírito, a realização de nosso propósito de vida e conseqüentemente a saúde.

Em 1976 a Terapia dos Florais foi reconhecida pela Organização Mundial de Saúde.
Em 1978 o trabalho do Dr. Bach com as flores foi citado em uma Conferência Internacional da 
Organização Mundial de Saúde, em Alma-Ata, URSS, sobre Cuidados Primários de Saúde.

Em 1983 a utilização das essências florais de Bach é citada em um livro patrocinado pela OMS e
intitulado "Traditional Medicine and Health Care Coverage", de autoria dos especialistas Robert H. 
Bannerman, John Burton e Chën Wen-Chieh, no qual há uma síntese das várias práticas medicinais
paralelas, pelas várias regiões do mundo.
 
O propósito do livro é sensibilizar os dirigentes e governos de todos os povos, principalmente dos 
países pobres e em desenvolvimento, para o grande acervo de conhecimento milenar 
existente (não cientificamente catalogado) e para o enorme potencial de trabalho dos terapeutas e 
práticos, cuja mobilização e incorporação aos sistemas de saúde seriam de importância vital para a 
estabilidade da humanidade no próximo milênio. Origanum, ano IV, nº 27, pg. 08, 1996


 

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 1-  Já no final do século XVIII, Christian Friedrich Samuel Hahnemann, médico e tradutor alemão, 

decepcionado com a medicina de sua época (chegando a caracterizá-la como precária e tosca), 

decide deixar de praticá-la em 1790, pouco mais de 10 anos após a defesa de sua tese, mas, para 

se sustentar, não abandona as traduções sobre medicina.




 
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